sábado, 15 de setembro de 2012

Lester Greenwich e Os Talismãs Elementais


Olá, pessoal! Hoje estou postando meu livro digitalizado, espero que tenham uma boa leitura. São oito capítulos do total de vinte e um disponível... espero que todos os otakos leiam... ok? Um abraço!

Att,
Oliver Dickens

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domingo, 14 de agosto de 2011

Soneto: A guardiã dos animais (Especial Homenagem)



A guardiã dos animais!

Com o amor ela resgata como seus iguais,
És ilustre anjo dos mais variados animais,
Arlete Consentino, protetora se tornaste,
O coração de alma linda ali encontraste.

Vive muito alegre com animais em paz,
Dedicando seu tempo com carinho faz,
Os animais, eita sou cheios de esperança,
Em seu coração encontra abrigados confiança.

Onde se recolhem ali os desamparados,
Os animais sozinhos nas ruas petrificados,
Ela ajuda-os certificados de fé e cuidados.

Teus braços sempre se abrem quando preciso,
Que não tem amparo; abandonado, desprotegido,
Arlete Consentino, perante a isso és conciso.

[Oliver Dickens]

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domingo, 10 de julho de 2011

Pensamentos & Reflexões: O respeito a mulher!

"Sou do modernismo um jovem poeta,
mas não me abrigo as palavras tolas,
Seja ela ou não de meu atual cotidiano,
Alguns ao meu ver de minha idade são ignorantes,
Pois, sobre vossas figuras femininas
se referem como "gata ou gostosa",
Linguagens perante aos olhos,
que não és admissível por ser insensível;
O pior és que aqui se tornam adjetivos de elogios,
Isto não deveria e não deverás se ainda assim,
Ora, vossas mulheres são como
pétalas de belíssimas rosas,
As damas de açucaradas paixões
que devem ser tratadas, sobretudo,
como belas flores. Seja tu homem
o guardião da beleza dela
e nunca explorador de prazeres.
Deve amá-la, cuidá-la, respeitá-la
e digo isso por que todos nós ganhemos.
Lembre-se que a primeira palavra,
és de tudo o que se reflete em alma e corpo.
E dela devem sempre pronunciá-la sabiamente,
diante do encanto e com cautela
para marcar o coração de sua musa amada."

[Oliver Dickens]

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domingo, 3 de julho de 2011

Pensamentos & Reflexões: Oh, mulher amanda!

"O seu beijo era tudo o que eu queria,
pois vale mais nesta vida que ar gélido que respiro,
E tudo que tenho ainda sendo um humilde rapaz...
Eu sozinho nunca conseguirei sobre amor viver,
Pois, só viveria sobre teus beijos.. Oh, amada!
A resposta já és certa e seus lábios são únicos,
Pobre de minha ignorância, demorei pra perceber.
Mas, o meu amor ainda quero devolver
e entrega-lhe a você. Nunca imaginei sendo ainda
jovem estudante, que em vida esse dom de poetar
floreceria tão belissimamente. E, que eu
a ti declamaria poemas de amor,
Deslumbrando seus olhos de calorosa paixão,
Forte e fixante de tamanha cintilação.
Desejo e admiro-te, dia e noite, sem sequer uma pausa,
Tu és a mulher que eu quero vivenciar &
entregar de tudo o meu amor."

[Oliver Dickens]

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Soneto: A distância entre um forte amor!

A distância entre um forte amor!

Oh, amada! És o que a tu aqui em palavras digo,
Sentimentos... Que não são de modos vazios,
Por isso, não solte a minha mão entre rios,
Pois, não serás de amor o destino um perigo.

E triste independente da hora se ficar,
Sorria.. então irás abrir a euforia da paixão!
Abrigando a felicidade em teu coração,
De modo que as flores irão desabrochar.

Como o tal dia que desabrochou vosso o amor,
Importantíssima e eventual como o louvor,
A distância nunca importarás no interior.

E se à estrela você sorrir no alto entre o véu,
Em algum lugar então estarei longe feliz,
Apenas olhando-a alegremente no céu.

[Oliver Dcickens]

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terça-feira, 21 de junho de 2011

Soneto: Jovens amores!

Jovens amores!

És no mundo jovens amores de encanto,
De corações sedentos do chamado "amor".
Este tal amor caloroso de sonhador,
Seja do urbano ou rural do recanto.

Onde afirmam que vão rumo a jornada,
E que dão sobre a paixão conta de todos,
Pelo simples fato de serem sortudos,
Por irem ao encontro do amor na estrada.

Enfrentam pais intrigados e proibições,
Até suas preocupadas doces corujas mães,
Barreiras sociais e idades de indagações.

No entanto, perante tal amor nada importa,
Pois, jovens corações são como talismãs,
De ideais guiados pela idade que ainda suporta.

[Oliver dickens]

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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Soneto: Louvor da açucarada Amazônia

Louvor da açucarada Amazônia!

És lírico a região gloriosa do Brasil,
Onde outrora árvores, ao norte esplandece.
Entre flores aromantes, paisagem sutil,
O índio pela pureza, lutando exerce.

Sobre rútilos olhos defronte à tal perfil,
Que pena, há aqui aquele que desconhece.
Mas nesta solene nação, torna-se hostil,
Diante do encanto, onde o mal não enriquece.

De fato, és um lugar rico e magnífico,
Oh, Amazônia! És lendária; lendas e mitos,
Perante ao solo da pátria, pacífico.

Mas, és de modo à forma um aviso bélico,
Para que tais verdes lençóis, sejam vistos,
Oh, natureza! Proteja-a, ao ser impudico.

(Oliver Dickens)

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