sexta-feira, 27 de maio de 2011

Poema: De súbito és o que digo!

De súbito és o que digo!

Na escola durante a aula de matemática,

Uma de minhas melhores amiga chorou,

Seu rosto pálido um vermelho mesclou,

És simplesmente de modo...

És então aquela de sempre:

Inteligente, valentona e energética!

No momento não havia compreendido,

O que aconteceste? Ou, por quê? Oh, Natália!

Quase sem palavras apenas eu disse:

– Minha amiga! Por quê tu choraste?

Ela então nada respondeu,

E o tal brilho de seu olhar cintilou,

Sua lágrimas na face espalhou,

O verde ou era azul... Ou, talvez fosse cinza,

De uma cor resplandecente,

Não mais! Após, ali encontrais!

Contudo, sem sua resposta,

Continuava então sem saber,

Com aquela tamanha dúvida,

Exposta perante aos amigos!

E por isso, digo:

Samme e Larissa, sim! Cruéis inimigos!

(Oliver Dickens)

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