sábado, 28 de maio de 2011

Poema: A tristeza da bailarina

A tristeza da bailarina

Na academia, comovido, eu a observava treinando...

Era uma bailarina muito triste em sua pálida face,

O seu reflexo na janela se refletia entre o embrace,

E com seus suaves movimentos e gestos apurando...

As lágrimas em pequeninas gotas ali se espalhava,

Uma forte dor por dentro então no coração queimava,

E isso, sim! Qualquer um assistindo logo assimilava,

De modo que simplesmente tua opaca expressão,

Lutava consigo o tal sonho... Sem permissão!

O teu embargado sentimento retornava,

E diferente dos outros! Eu sentado sozinho sabia,

Aquilo era seu drama de um forte antigo amor,

Um amor que as vezes na mente lhe sumia,

De um nobre amore bailarino cheio de vigor,

E reconhecido mundialmente era por seu esplendor,

Mas um dia viajando pela Europa não retornou,

Pois uma iminente fatalidade lhe transtornou,

Ocasionando então, sofrimento da lembrança a ela,

De uma paixão calorosa e gélida... Sobretudo, sim bela!

A prova disso é que foi deixado a mim como tesouro dela,

E de fato! Eu realmente adiante muito honrado digo:

– O homem do desenrolar eu amava também,

E digno, sim! Simplesmente, pois era alguém,

Esse alguém importante que até eu mesmo chorava,

Certamente! Ele era meu bom e inesquecível amado “pai”!

(Oliver Dickens)

2 comentários:

Mírian Warttusch disse...

Simplesmente maravilhoso o teu blog, Oliver! Uma linda viagem ao mundo dos sonhos. Estou orgulhosa de você, querido! Cada poema teu revela uma alma de sonhador que entanto soube transformar em realidade muito do que sonhou e irá além... teu futuro será de sucesso e grandes realizações. Parabéns!

Unknown disse...

Obrigado, Mírian! Suas palavras são o que me dar determinação nesta jornada de um lindo sonho de lirismo... Agradeço de coração!!!

javascript hit counter
cool hit counter