Louvor da Borboleta!
Oh! Sinto as asas ao vento,
Do calor do ser bem lento,
Voando nesse momento,
No meu grande pensamento.
Oh! Sempre à atento,
Do louvor ao canto,
Do tanto, e sempre,
Encante minha mente.
Oh! Roçar-me o pólem ao solar,
Do tal cintilante ao porejar,
Mas não feches asas nesse pomar.
Oh! Muito além o amor,
Nunca hesita ou pôr,
Mesmo que seja à flor.
(Oliver Dickens)










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