O despertar da existência!
Sobre um vazo oco e opaco,
De restos impuros ao de um ser,
Lá plantei uma semente,
De onde me venho à mente,
Antes, e com tal à zelo,
Do que simplesmente plantar.
Sobre o vazo agora eu vejo,
Um oculto e grande desejo,
De uma tal vida à ser vivida,
Da pequenina, cintilante e linda...
Que do nada ali tornou,
A semente numa flor!
Depois, e com tal à surgir,
Do que tornou-se a mim,
Vou me longe deslumbrar,
Do ser ali me encantar.
(Oliver Dickens)










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