Oh! O meu amor busca-te no horizonte,
Queimando-me por dentro um lírico calor,
Dominante ao hesitante, após o licor,
Mas, no entanto, consciente não sou bifronte.
Pois, ardente a caminho entre um gélido amante,
Vou compactando-me ao encontro da fonte,
Defronte aos lábios, o sabor penetrante,
De modo que ao mesclasse torna-se a ponte.
Onde desconheço-te entre serena paixão,
De uma açucarada, doçante e aromante,
És a minha neste mundo, um sonho de ilusão.
Contudo, viveremos nós juntos ao irreal,
Do imaginário, um anel ofereço-te,
Mas, simbólico e verídico, amor imortal.
(Oliver Dickens)










2 comentários:
Sua destreza com as plavras é excelente Oliver. Você é capaz de abrir janelas para a alma para que as pessoas então possam ver o que só o ser sente e que palavras não podem descrever, mas aí estão seus versos e suas belas e profundas palavras q fazem o papel de setas, e quanto mais sinceras e mais verdadeiras à realidade do intimo do eu-lirico mais capazes de despertar a concepção e o entendimento de sentimentos q não tem nome e de todos os outros taxados mas poucos compreendidos.
Você tem um dom. Isso é arte.
Fico contente por você.
Obrigado, pois isso vindo de você é algo que realmente respeito como um bom critico que você é meu amigo. Você é aquele leitor que conseguiu ver além das palavras e perante tal eu então agradeço já de coração.
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